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telemedicina regras CFM

Telemedicina no Brasil: o que dizem o CFM e a lei

A telemedicina deixou de ser exceção e virou prática regulamentada no país. Veja o marco legal e o que ele significa para quem se consulta.

Guia regulatório

Consulta avulsa R$ 49,90 (pagamento único) · Plano Essencial R$ 79,90/mês, sem fidelidade.

  • Médicos com CRM ativo
  • Telemedicina regulamentada (CFM)
  • Receita e atestado digitais
  • Pagamento seguro Stripe

Como funciona

  1. Conheça o marco legal

    A Lei 14.510/2022 autorizou a telemedicina em todo o território nacional.

  2. Entenda o papel do CFM

    O Conselho define as regras éticas e técnicas do atendimento remoto.

  3. Verifique o que te protege

    Médico com CRM, sigilo, consentimento e documento com validade legal.

Muita gente ainda tem dúvida se atendimento médico por vídeo é 'permitido'. A resposta é sim — e com base legal sólida. Entender o marco regulatório ajuda você a reconhecer um serviço sério e a saber quais são os seus direitos como paciente.

O marco legal: Lei 14.510/2022

A telemedicina no Brasil foi consolidada pela Lei nº 14.510/2022, que alterou a legislação de saúde para autorizar expressamente a prática em todo o território nacional, tanto na saúde pública quanto na privada. A lei reconhece a telemedicina como forma legítima de prestação de serviços médicos mediada por tecnologias de comunicação, respeitando a autonomia do médico e do paciente.

O papel do Conselho Federal de Medicina (CFM)

Cabe ao CFM definir as normas éticas e técnicas que disciplinam o exercício da telemedicina. As resoluções do Conselho estabelecem princípios como:

  • Atendimento por médico regularmente inscrito, com CRM ativo
  • Respeito ao sigilo profissional e à confidencialidade das informações
  • Necessidade de consentimento do paciente para o atendimento remoto
  • Autonomia do médico para, quando julgar necessário, indicar avaliação presencial
  • Registro adequado do atendimento em prontuário

O que isso garante ao paciente

Na prática, a regulamentação protege você de várias formas:

  • Qualificação: quem atende é médico de verdade, com registro ativo
  • Documentos válidos: receitas e atestados digitais emitidos após a consulta têm validade legal, quando clinicamente indicados
  • Privacidade: o atendimento segue o sigilo médico e a LGPD para dados de saúde
  • Ética: o médico só prescreve ou atesta quando há justificativa clínica — nunca sob demanda

Limites que a própria regra reconhece

A regulamentação também é honesta sobre os limites: a telemedicina não é adequada para emergências com risco de vida, nem substitui o exame físico quando ele é indispensável. Em situações graves, o caminho continua sendo o pronto-socorro ou o SAMU 192.

A THM Saúde dentro das regras

A THM Saúde opera dentro desse arcabouço: telemedicina regulamentada pelo CFM, atendimento por clínicos gerais com CRM ativo, por vídeo, 24h. Os documentos — receita e atestado digitais — têm validade legal e são emitidos apenas quando o médico identifica indicação clínica. O tratamento de dados segue a LGPD. Você pode acessar de forma pontual, com a Consulta Imediata avulsa (R$ 49,90), ou de forma recorrente com o Plano Essencial (R$ 79,90/mês, sem fidelidade), que inclui clínico geral 24/7 e agendamento com especialistas.

Conteúdo informativo, não substitui avaliação médica presencial. Em emergência, procure o pronto-socorro ou ligue 192.

Consulta Imediata

Pagamento único · médico na hora

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Perguntas frequentes

A telemedicina é legal no Brasil?

Sim. A Lei nº 14.510/2022 autorizou expressamente a telemedicina em todo o país, e o CFM define as normas éticas e técnicas para a prática.

Quem regulamenta a telemedicina?

O marco legal vem da Lei 14.510/2022, e o Conselho Federal de Medicina (CFM) estabelece as resoluções com as regras éticas e técnicas do atendimento remoto.

A receita de uma teleconsulta tem o mesmo valor de uma presencial?

Sim. Quando emitida por um médico após a consulta e assinada digitalmente, a receita tem validade legal, desde que haja indicação clínica.

O médico é obrigado a me atender só por vídeo?

Não. A regulamentação preserva a autonomia médica: se o profissional julgar necessário exame presencial, ele deve indicar o encaminhamento adequado.

Meus dados de saúde estão protegidos na telemedicina?

Devem estar. Além do sigilo médico previsto na ética profissional, os dados de saúde são protegidos pela LGPD, que trata informações de saúde como dados sensíveis.

A telemedicina pode ser usada para emergências?

Não. A própria regulamentação reconhece que emergências com risco de vida exigem atendimento presencial. Nesses casos, procure o pronto-socorro ou ligue 192.

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